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segunda-feira, 13 de julho de 2015

AS PRAÇAS E A HISTÓRIA- POR DR:JOSÉ EDMILSON- ÚLTIMA PARTE

   Ano de 2009, Leonardo Rêgo, prefeito de Pau dos ferros, Resolveu Modernizar a praça central com o nome de Monsenhor Caminha, Homenagem justa e merecida. O projeto da mesma foi executado pela faculdade de arquitetura da |Universidade Federal do Rio Grande do norte, através do seu reitor Dr: Jose Ivanildo do Rêgo, Pauferrense que muito tem ajudado sua terra natal. .
  Em 27-06-2009 o prefeito Leonardo Rêgo entregou aos Pauferrenses a nova e bonita Praça com a realização de uma grande Fesrta. Estiveram presentes os senadores José Agripino Maia, Garibaldi Alves Filho  e a senadora Rosalba Ciarlini.
 Na ocasião aconteceu a solenidade de lançamento do selo personalizado com o nome da praça, presidida pelo senhor Antônio Marcos dos Santos Silva, gerente de vendas dos correios que representou o diretor Regional. Participaram ainda da cerimônia Clésia Janete Almeida Souza, gerente da região operacional 4 , Sediada  em pau dos ferros. Os cantores Pauferrenses, Raimuncírio e Léo batista, prestaram uma homenagem a Monsenhor Caminha, cantando uma música de autoria dos Dois. Um belo espetáculo pirotécnico encerrou as festividades.
A praça que ora Pau dos ferros ganhou, merece Zelo, cuidado, carinho e amor, porque engrandece a nossa cidade, transformando-se em cartão Postal.
                               

MONSENHOR MANOEL CAMINHA FREIRE DE ANDRADE

Por Licurgo Nunes Quarto
Foto de Licurgo Nunes Quarto.


Monsenhor Caminha, Cônego Caminha, ou simplesmente Padre Caminha, qualquer que seja o título honorífico eclesiástico que lhe seja dado, retrata muito bem o carinho e a dedicação que os pauferrenses ou alto-oestanos dedicaram a esse homem que tão bem representou a Igreja de Cristo, e que com tanta sabedoria orientou o rebanho da Igreja Católica, durante cinco décadas.
Filho de Ciríaco Alves e Luzia Freire, nasceu na Cidade cearense de Ereré, a 05 de julho de 1908.
Aprendeu a ler na sua cidade natal, tendo a sua mãe como a sua primeira Professora.
Seguiu para Fortaleza, onde cursou o seminário, ordenando-se Sacerdote, ungido pelo Bispo Dom Manoel da Silva Gomes, a 30 de novembro de 1933.
Foi vigário de Pacoti e Limoeiro do Norte, ambos no Ceará, e, a pedido de Dom Jaime de Barros Câmara, primeiro Bispo de Mossoró, foi transferido para a Diocese de Mossoró, sendo designado Vigário da Paróquia de Pau dos Ferros.
Em 28 de fevereiro de 1940, chega a Pau dos Ferros o então Padre Manoel Caminha Freire de Andrade, com 32 anos de idade, para dirigir uma das maiores e mais abrangentes paróquias da Diocese de Mossoró. 
“Cheguei na sede desta Paróquia no dia 28 de fevereiro de 1940 e tomei posse, solenemente, no dia 03 de março deste mesmo ano, por ocasião da primeira missa paroquial ou conventual, celebrada às 10 horas da manhã. No meu primeiro sermão ao povo, dirigi-lhes palavras de saudação e exortação, pedindo a sua cooperação para poder levar, com proveito da coletividade, a minha missão divina até o dia em que a vontade do Divino Criador queira dar a outro o meu lugar” (Pe. Caminha – livro de tombo paroquial nº 03, pág. 08 ).
Muito inteligente, eloqüente e culto, bom orador, suas homilias, sempre foram marcadas pelo ensinamento da doutrina cristã, quando enfatizava a prática da caridade, da humildade, do amor ao próximo e a Cristo.
Inaugurou uma nova era na maneira de evangelizar o seu povo, bem como iniciou uma verdadeira revolução na construção de obras físicas na paróquia. Angariou, de pronto, a admiração e o respeito dos paroquianos, que começaram a se integrar à nova metodologia de administrar os destinos da paróquia. 
E, neste sentido – o de integrar os paroquianos à Igreja, criou inúmeras associações religiosas, tais como: Congregação das Filhas de Maria, dos Vicentinos, Associação das Mães Cristãs, Associação Mariana para jovens, Cruzada Eucarística para as crianças. Esta última, além de promover e propiciar logo cedo às crianças a formação religiosa, tinha também como objetivo o envolvimento às atividade da igreja, como coadjuvante nas celebrações dos atos litúrgicos.
Foi o responsável direto para a chegada a Pau dos Ferros das Irmãs de Caridade da Ordem de São Vicente de Paula. Além de administrar o Patronato Alfredo Fernandes, as referidas Irmãs de Caridade auxiliavam nas funções de evangelização e catequese da Paróquia.
A festa da Padroeira – Nossa Senhora da Conceição – a 08 de dezembro - sempre foi “a menina dos olhos” do Padre Caminha. Na festa, vislumbrava angariar fundos para prover a paróquia de recursos financeiros necessários à sua manutenção, bem como edificar as obras físicas sonhadas e idealizadas. E, para tanto, incentivava e incrementava inúmeras atividades sociais, tais como quermesses, barracas, leilões, rifas, sorteios, etc. E quem, pauferrense da década de cinqüenta, não se lembra da rivalidade entre as barracas “vermelha e azul”, com eleição de rainha, leilões disputadíssimos, e, no término, a expectativa de se saber a receita advinda.
Durante o seu vicariato, construiu inúmeras obras físicas, tais como: construção da casa paroquial, do centro social, da Igreja de São Benedito, da Capela 13 de maio, Capela São Geraldo, Patronato Alfredo Fernandes, bem como construção das Igrejas das Cidades de Rafael Fernandes e de Água Nova, pois à época eram distritos de Pau dos Ferros, a exemplo de Marcelino Vieira, Riacho de Santana e Encanto. E a esses distritos o Padre Caminha se deslocava mensalmente para prestar assistência espiritual aos seus habitantes.
Quando a Paróquia de Santo Antonio, da Cidade de Marcelino Vieira, passou a contar com um vigário residente, dispensando, conseqüentemente, a colaboração do Padre Caminha, a população da referida cidade prestou-lhe uma grande homenagem, oportunidade em que o Desembargador Licurgo Nunes, orador oficial da solenidade, dentre outras observações, disse:

“Sempre reputei da maior indispensabilidade – de importância inigualável – a presença – a existência – de um Padre, mesmo nos menores núcleos populacionais.
Aqui, exercera a sua eficiente e devotada pastoreação – às suas periódicas visitações – durante o seu já vintenário paroquiato em Pau dos Ferros – S. Excia o Cônego Manoel Caminha Freire – esse magnífico serventuário do catolicismo – condutor espiritual dos mais aprimorados – inteligência lúcida – cultura privilegiada – artífice das mais deslumbrantes realizações do apostolado cristão, cedido do Ceará – a princípio saudoso, recalcitrante – mas depois e atualmente radicado como qualquer nativo intransigente - pleno de amor terreal, dedicado amigo de tudo e de todos – incapaz de ir-se – no que aliás não consentiríamos.
A esse grande Sacerdote ora rendo o preito de gratidão dos seus ex-paroquianos, concedendo-lhe o exercitamento do seu direito de opção, que receberíamos de bom grado”.

Notívago assumido, sofria de insônia incurável, resultando daí em caminhadas - andanças - noturnas pela cidade, o que lhe proporcionava muitas vezes observar e flagrar comportamento incompatível – inadequado - de alguns paroquianos, o que não deixava passar em branco, advertindo e admoestando o referido paroquiano na primeira oportunidade que se lhe apresentasse – e às vezes o fazia até mesmo no púlpito - e aí mostrava o seu lado irreverente.
Ao tomar conhecimento do falecimento de alguma pessoa da cidade, (a qualquer hora do dia ou da noite – madrugada que fosse, não importava), o Padre Caminha ia imediatamente à Igreja, mais especificamente à sala em que alojava um equipamento de som - “a voz do campanário” - e, sem cerimônia, ligava o referido som - que consistia de duas “bocas” de som - alto falantes - bem potentes, e postados no alto da Igreja Matriz, e anunciava a infausta notícia. Isto precedido , invariavelmente, da “marcha fúnebre” de Chopin – a mais fúnebre de todas as músicas fúnebres existentes. Era um momento lúgubre guardado na memória de todos os pauferrenses que conviveram àquela época. E isto sem se falar no pavor e na apreensão que se instalavam, em todos, quando começavam a ouvir os primeiros acordes da referida marcha fúnebre de Chopin. 
Quando não se falava nem se apregoava o respeito à ecologia, bem como o bom trato aos animais, o Padre Caminha, pioneiramente, já o fazia, quando, amparando animais e pássaros, domésticos ou silvestres, mutilados ou abandonados, passava a criá-los em seu quintal, quando chegou a formar um mini-zoológico – atração da meninada de Pau dos Ferros.
Apreciador de um bom charuto, de preferência o cubano, ou mesmo um "Cesário Filho" - sorvia-o lentamente, deliciando todo o seu paladar e aroma agradáveis. Quando o ambiente não permitia fumar charuto, costumava manter a dependência ao tabaco mascando fumo.
Além das funções sacerdotais, exerceu o magistério, sendo Professor, quando ministrou aulas de Português e Francês a turmas do Ginásio 4 de setembro.
No dia 02 de dezembro de 1954 foi nomeado Cônego, em ato da lavra de D. Eliseu Simão Mendes, então Bispo da Diocese de Mossoró. E, em março de 1966, D. Gentil Diniz Barreto, Bispo titular da Diocese, outorgou-lhe a comenda eclesiástica de Monsenhor.
Foi-lhe concedido, pela Câmara Municipal de Pau dos Ferros, através da Lei Municipal de nº 86, de 20 de novembro de 1958, o título de cidadão pauferrense.
Faleceu no dia 09 de julho de 2003, e foi sepultado no jardim direito da Matriz de Nossa Senhora da Conceição. O seu jazigo é visitado diariamente por inúmeras pessoas que vão até lá orar e prestar homenagens a esse Sacerdote que tanto fez por Pau dos Ferros e por seu povo.
Quando do seu falecimento e conseqüente sepultamento houve uma afluência de verdadeira multidão, não só de Pau dos Ferros, como de toda a Região do Alto Oeste. A Cidade parou literalmente. Era o povo – os seus paroquianos – prestando uma última homenagem àquele grande bem-feitor e que durante 50 anos tão bem cuidou e orientou espiritualmente a população de uma região. 
Foi decretado luto oficial por três dias em todo o Município de Pau dos Ferros.
A praça existente em frente à casa Paroquial foi denominada de “Praça Monsenhor Caminha”, numa homenagem póstuma muito justa e significativa e na tentativa de perpetuar o seu nome para a história do Município, do Estado e do País.


quarta-feira, 8 de julho de 2015

AS PRAÇAS E A HISTÓRIA (Dr: JOSÉ EDMILSON DE HOLANDA)

                   SEGUNDA PARTE
 Em 1972, eu era o prefeito do município. A pequena praça mal conservada, não acompanhou o crescimento da cidade, criou problemas com o trânsito e estacionamento de veículos na praça da matriz.
 Tive então a idéia de construir uma nova praça. O projeto foi executado pelo arquiteto Assis Amorim, atualmente  Juiz de direito aposentado, que aqui exerceu por alguns anos, o cargo de juiz de nossa comarca.
 A nova praça, grande, bonita, moderna, bem arborizada, com canteiros de flores e rosas, além de árvores de grande porte, entre elas uma muda de Pau- Brasil, chamava a atenção de todos.
     Pau dos ferros ganhou destaque, sendo considerada a cidade de praças mais bonitas da região oeste do nosso estado. Vale salientar que foi construida exclusivamente com recursos próprios do município. Recebeu o nome de praça do centenário em homenagem  à comemoração no ano de 1972 da data do sesquicentenário da independência do Brasil. No dia de sua inauguração, primeiro de maio de 1972, o mesmo fato ocorrido há 32 anos passados, se repetiu naquele dia.. Estava presente ao ato festivo, um ex- prefeito do nosso município, não o primeiro porque já havia partido para a eternidade, mas o segundo prefeito., o Sr: Manoel  Quintino do Rêgo, eleito em 1931, convidado especialmente por mim.  
 Da tribuna da nova praça, falou da administração no seu tempo e lembrou como marco de sua gestão, a construção do Cemitério São Manoel que aí está. Os anos se passaram, a bonita e grande praça do Centenário,teve o mesmo destino da pequena  e singela praça do prefeito  Francisco Fernandes de Lucena. Os prefeitos que se sucederam não cuidaram, não conservaram sua beleza e a transformaram em ponto comercial, cheia de Barracas, cigarreiras e botecos, onde dominavam a desorganização e sujeira, retirando dela a função de oferecer e o promover o lazer para o povo.
                       AMANHÃ TEREMOS A ÚLTIMA PARTE...NÃO DEIXEM DE NOS ACESSAR !!!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

AS PRAÇAS E A HISTÓRIA. POR DR: JOSÉ EDMILSON DE HOLANDA. PRIMEIRA PARTE


          No final da década de 1930, a principal rua de nossa cidade chamada Praça da matriz, embora não existisse praça, era uma rua ampla, sem calçamento,arborizada na época do inverno com vegetação natural: Muçambê e Velame.
 1940, o prefeito do Municípío era o sr: Francisco Fernandes de Sena. O mesmo teve a idéia de construir uma praça ao lado do Mercado Público, na área entre travessas Teófilo Rêgo e Adolfo Fernandes. Era uma Pequena Praça, sem arborização, sem nenhum atrativo,contando apenas com uma dúzia de bancos de madeira e ferro. Nesse local singelo, todas as noites, se reuniam os amigos, os casais, os namorados, até mesmo os idosos que gostavam de assistir às tradicionais Retretas nos finais de semana, tocadas pela banda de música municipal, no horário de 19 às 21 horas, pois naquele tempo, a energia elétrica era a motor e funcionava de 18 às 21:30 horas.
 No dia de sua inauguração, um acontecimento histórico ocorreu: Entre as autoridades presentes se encontrava o Ex-primeiro prefeito de nosso município, eleito em 1929, o Sr: Francisco Dantas de Araujo. Em seu discurso falou das dificuldades da prefeitura no seu tempo e lembrou como marco de sua administração, a construção atual sede da prefeitura, que ainda hoje enfeita a Av: Getúlio vargas com a imponência e a beleza do seu estilo Arquitetônico. Disse na sua fala que o referido prédio tinha sido construído com  recursos do próprio bolso, porque os recursos disponíveis na prefeitura eram insuficientes para a realização da obra. Como eram diferentes os prefeitos do passado! Alguns deles tiravam dinheiro do próprio bolso e colocavam no cofre da prefeitura, como fez Francisco Dantas. Hoje em dia é mais comum acontecer o inverso.
 Na gestão do prefeito Licurgo Nunes, no final dos anos 1940, foi construído mo Pavilhão municipal. O prefeito Dr: José Fernandes de Melo que o sucedeu, fez o acabamento final, colocando o mesmo em funcionamento, como ponto de apoio para os frequentadores da praça.  Nessa época, foi feita a arborização da praça com o plantio de aproximadamente Uma Dúzia de árvores chamadas "Ficus Benjamim ". A mesma planta foi usada para fazer a  primeira arborização das ruas de nossa cidade. Esse trabalho, teve a dedicação e persistência do vice- prefeito da época sr: Jose Guedes do Rêgo, que cuidou, ele próprio de preparar as mudas para a realização da campanha de arborização.
   CONTINUAMOS AMANHÃ !!!!

AINDA FALANDO DE SÃO JOÃO....O ARRAIÁ DO HCCA BOMBOU !!

 Mantendo a tradição, os funcionários do Hospital Regional Cleodon Carlos de Andrade, mandaram ver na produção e na alegria esfuziante, durante a Quinta edição do arraiá festivo. As fotos são do nosso colega Ronnie Von.






























quinta-feira, 2 de julho de 2015

AS BRUXAS NOSSO DE CADA DIA

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BRUXAS NOSSAS DE CADA DIA


   As bruxas habitam o imaginário popular como mulheres velhas, narigudas e encarquilhadas.Exímias manipuladoras de magia negra e dotadas de gargalhada terrível.Essa visão foi distorcida durante a idade média quando as bruxas foram severamente perseguidas.
    Antes do advento do cristianismo, as bruxas eram mulheres sábias, detentoras de conhecimentos sobre a natureza e possivelmente magia.Essa corrente tem tido grande impulso após os anos 1960 e restabelecido a "moral" das bruxas.
   Massssss......voltando às bruxas más, aquelas que voam na vassoura e tudo....se observarmos direitinho, encontaremos várias delas em nosso cotidiano.
   Como identificá-las?
  Quando adentram um ambiente, trazem consigo uma enorme carga negativa,sentida pela maioria dos presentes;
A maioria é histérica e desconhece um orgaozinho chamadoTÍMPANO.Já reparou no tom de voz e na gargalhada ?
A fama de má sobrepõe qualquer qualidade positiva que possa vir a ter;
Um pequeno número delas destoa da maioria e são simplesmente"DESCONFIADAS";
 Podem ser loiras,morenas,elegantes ou bregas, depende do contexto em que vivem;
Seu humor varia de mal a péssimo em questão de segundos.
  Você aí conhece alguém assim??  Indiferença e água benta nelas!
           VIANNEY

quarta-feira, 1 de julho de 2015

DE VOLTA....E O QUE TEMOS PRA HOJE???

 VOLTAMOS!!!!! Nesses dias ausentes, tomamos um Fôlego e preparamos algumas matérias para preencher o próximo semestre de 2015.
 Antes, uma justificativa, Não divulgamos nada da programação junina de Pau dos ferros, pois não recebemos nenhum Release. Para não quem não sabe, a atual Secretária de Cultura, mantém um boicote constante ao blogueiro que ora vos escreve. Enquanto isso, meus cabelos brancos aumentaram aceleradamente.
 De concreto teremos: A reedição do livro " NEM TODOS CALÇAM 40" de  Dr: Jose Fernandes de melo, pela família ; uma matéria sobre  o evento que homenageou o Historiador, médico e ex- prefeito José Edmilson de Holanda; e a inédita história da passagem de Câmara Cascudo em Pau dos ferros , no ano de 1927....Fotos Antigas e Perfis de Pessoas de destaque , do popular ao erudito.
 Continuem nos acessando e novamente peço: SERÃO BEM RECEBIDOS, TEXTOS, FOTOS ANTIGAS E CURIOSIDADES SOBRE O NOSSO MUNICÍPIO. COLABOREM, DIVIDAM SEUS TESOUROS!!!
    Obrigado e até amanha!!
                   Vianney