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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Morre o pau-ferrense, José Dantas, ministro aposentado do STJ



José Fernandes Dantas faleceu na manhã deste sábado, 05, em Brasília, aos 84 nos. Ele deixa a esposa Cleomar Cavalcanti Dantas e os filhos José Filho, Gustavo Dantas, Vera Cecília e Fábio Henrique. O corpo de José Dantas está sendo velado no Auditório Externo do STJ, onde ficará até as 23h e será cremado em cerimônia perante a família.

José Dantas, que é irmão do padre Sátiro Fernandes, nasceu em Pau dos Ferros-RN, em 1928, e iniciou sua carreira como promotor de justiça do estado. Antes de ser nomeado ministro do STJ, passou pelo Ministério Público do Distrito Federal e Ministério Público Federal.

O ministro se aposentou em 1998, depois de 22 anos dedicados ao Tribunal, ao qual integrava desde o extinto Tribunal Regional Federal. Ele era conhecido como um exemplo de imparcialidade nas suas decisões. Um testemunho vivo de integridade e honestidade para a Justiça brasileira.

Ainda que apenas em 1976 assumisse a função de magistrado, sua contribuição para a Justiça brasileira começou em 1955, quando tomou posse como promotor de justiça efetivo, em sua terra natal. Deixava de ser fiscal da lei para ser um agente de promoção da justiça.

Respeitado entre seus pares, José Dantas era um líder nato. Equilibrado e ponderado, foi uma importante liderança na Casa. A sua afabilidade e tranquilidade eram reconhecidas por todos. Era um ministro cioso de seu papel, que desempenhou com maestria e competência, deixando o gabinete sem nenhum processo para o seu sucessor.

Vocacionado, o ministro reconhecia os problemas que acabavam diminuindo a confiança da população na resolução dos conflitos pelo Judiciário. Acreditava, no entanto, na importância do papel da imprensa, como forma de contribuir para melhorar o acesso do cidadão à Justiça, informando de forma correta as questões relativas ao Judiciário. Quando de sua aposentadoria, indagado sobre a carreira que escolheu, o ministro não vacilou: ”Faria exatamente o que fiz”.

Entre os inúmeros julgamentos importantes de que participou está o processo contra o ex-presidente Fernando Collor, que ficou empatado no Supremo Tribunal Federal. Junto com os ministros Torreão Braz e William Patterson, o ministro José Dantas confirmou a cassação dos direitos políticos de Collor.

                                                                                         Matéria retirada do Blog do Capote.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PRECONCEITO? ANALISEM COMIGO.


 Nesse mundo transformado pelo "Politicamente correto",aqui acolá me vejo intoxicado com algumas idéias assim. Hoje, me veio logo cedo uma reflexão, e resolvi dividir com vocês, mesmo sabendo que o assunto gera controvérsias,massss...isso faz bem às vezes.
  Alguns evangélicos, principalmente das denominações mais rígidas, sempre que passam por mim dizem: "Jesus te ama". Comecei a cismar e resolvi comentar com outros amigos homossexuais e que não se enquadram no que as pessoas hipócritas denominam de "normal".  Chegamos a nos perguntar:Seria preconceito? Jesus não deve amar a todos, ou o fato dele nos amar seria uma coisa extraordinária? Pois eu sempre soube que jesus me ama e não preciso  me esconder atrás de uma saia longa e deixar o cabelo crescer, pois o motivo pelo qual ele veio até nós, foi para salvar justamente os pecadores. Aqueles que não têm pecado não precisam de jesus..para que? Pensem nisso!
       israel vianney

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O SAL NO RIO GRANDE DO NORTE



O sal foi um dos primeiros produtos a ser explorado comercialmente no Rio Grande do Norte. A exploração normal e extensiva das salinas de Mossoró, litoral de Areia Branca, Açu e Macau data de 1802. Mas o conhecimento de jazidas espontâneas na região já era conhecida desde o início da colonização.
A primeira referência que se tem sobre sal no Rio Grande do Norte, encontra-se registrado no documento que Jerônimo d’Albuquerque escreveu a seus filhos Antônio e Matias em 20 de agosto de 1605, onde fala de salinas formadas espontaneamente a aproximadamente 40 léguas ao norte, o que corresponde hoje as salinas de Macau. Desse fato, voltamos a ter notícias quando consultamos o “Alto de repartição das terras” feito em Natal em fevereiro de 1614, onde está escrito que Jerônimo de Albuquerque dera aos filhos Antônio e Matias, em 20 de agosto de 1605, umas salinas que estariam a quarenta léguas para o norte (aproximadamente 240 km), mas que nunca foram cultivadas nem feitas benfeitorias.
Salinas na década de 1920
Salinas na década de 1920
Em 1627, frei Vicente do Salvador registrou a colonização Norte-rio-grandense. Notou que “as salinas onde naturalmente se coalha o sal em tanta quantidade que se podem carregar grandes embarcações”.
Outro registro que encontramos nos velhos livros de história fala que em janeiro de 1644, alguns Tapuias, de volta do Outeiro da Cruz (Maranhão), onde tinham estado em combate, entraram nas salinas de Mossoró e degolaram alguns trabalhadores que ali se encontravam.
Em 1808 os salineiros da região foram beneficiados, quando o rei de Portugal, D. João VI, impossibilitado de receber carregamentos de sal de Portugal, assinou a carta régia que liberava de quaisquer imposições a extração do sal favorecendo, sobremaneira, o comércio interno.
Tradicional catavento para extração de sal na década de 1920
Tradicional catavento para extração de sal na década de 1920
Em 1844/45, setenta e oito barcos carregaram em Macau 59.895 alqueires de sal. No entanto, embora o sal extraído no Rio Grande do Norte fosse superior pela sua qualidade intrínseca, perdia essa qualidade pela rudeza como era produzido, de modo que nos anos seguintes perdia mercado para o sal europeu que era mais barato e melhor preparado. Um dos fatores que onerava o preço do sal produzido no Rio Grande do Norte era a dificuldade no transporte por causa do assoreamento das barras dos rios Mossoró e Açu.
Em 1886 é criado um imposto protecionista para tributar o sal estrangeiro. Dessa forma, o sal produzido no Rio Grande do Norte passa a ser competitivo, e isso impulsiona decisivamente o desenvolvimento da nossa indústria salineira.
No período de 1941/45, houve uma retração na extração do sal, motivada pela diminuição da navegação de cabotagem durante a Segunda Guerra Mundial. Apesar disso, o sal continuou sendo o principal produto comercializado por Mossoró e região, sofrendo oscilações que não comprometeram o mercado de forma mais acentuada.
Os municípios do Rio Grande do Norte produtores de sal são os seguintes: Galinhos, Guamaré, Macau, Caraúbas, Areia Branca, Grossos e Mossoró.
Barco tradicional utilizado no transporte de sal
Barco tradicional utilizado no transporte de sal
Depois de toda essa explicação, o leitor poderia perguntar: como Mossoró está entre os municípios produtores de sal se não fica no litoral? Para responder a essa pergunta, temos que dá outras explicações: o clima predominante em Mossoró é semiárido quente, com temperatura oscilando entre 24o e 35o centígrados, temperatura essa que dura a maior parte do ano. O ar apresenta baixo teor de umidade, elevada evaporação, apresentando uma média de 2.850mm. As precipitações ocorrem ao redor de 450 mm anuais e a evaporação líquida é de 2.400, sendo que a intensidade de irradiação solar varia entre 120 e 320 horas/mês, com ventos que apresentam velocidade média entre 3,8 e 4,4 m/s. Junto a isso temos ainda um solo impermeável, o que assegura condições ideais para a cristalização e colheita do sal, com um grau de pureza que atin ge até 98 Baumé (Graus de Baumé é uma escala hidrométrica criada pelo farmacêutico francês Antoine Baumé em 1768 para medição de densidade de líquidos.).
Local de extração de sal
Local de extração de sal
E onde estão localizadas as salinas? Poderia perguntar ainda o atencioso leitor. As salinas de Mossoró estão localizadas na várzea estuarina dos rios Mossoró e do Carmo. Essa várzea é inundada, ora pelas águas do mar, ora pelas águas das enchentes dos rios, que quando cessam as chuvas formam salinas naturais, onde o relevo é plano e baixo, estreitando-se para o litoral, onde a água do mar chega a alcançar até 35 Km do litoral. Essa série de fenômenos naturais é que faz com que Mossoró possa figurar entre os municípios produtores de sal do Rio Grande do Norte.
Fotos – Coleção do proprietário do Blog Tok de História

ESTEJAM INTIMADOS A COMPARECER


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

QUANDO A PREOCUPAÇÃO ERA ENGORDAR


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           Pode parecer estranho em uma época onde o padrão de beleza feminino é a Gisele Bündchen (não para mim) e diante da verdadeira epidemia de obesidade que atinge a humanidade (entre eles eu), que houvesse uma época em que os jornais natalense publicavam anúncios de duvidosos remédios que prometiam engordar em tempo recorde.
      Realmente no século passado a nossa população se sobressaia pelo excesso de pessoas magras. Na época da Segunda Guerra Mundial está comprovado que muitos dos nossos soldados tinham uma alimentação limitada na vida civil e ganhar uns quilinhos a mais era preciso.
     Quem pesquisa jornais antigos encontra com perturbadora frequência a notícia de mulheres que morriam no parto. Logicamente que as más condições da saúde pública e da higiene sanitária nos hospitais explicam muito da razão desta situação, mas também as deficiências alimentares da época ajudaram a ceifar a vida de muitas mães de família.
   Naquele tempo, uma mulher sem maior estrutura corporal,   muito magra, era tida como “doente”, como não tendo as condições adequadas para procriar, de ser mãe. Visto ser este o papel principal das mulheres de uma época onde o mercado de trabalho feminino era limitadíssimo.
      Na nossa sociedade muita coisa mudou para melhor neste tema. Certamente este anúncio publicado no jornal natalense “A República” em 3 de junho de 1939 deverá se tornar bem raro de ser repetido.


                                                      Rostand Medeiros(blog tok de História)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

UMA IDÉIA QUE VOU AMADURECER

  Desde que comecei a escrever esse blog,tenho vontade de contar em detalhes um crime passional que abalou pau dos ferros na década de 1970. cresci ouvindo a história, e sempre procurei escutar detalhes de pessoas próximas ao fato.Semana passada recorri a um sábio senhor sobre a possibilidade de retomar o assunto.É um pouco complicado,pois a ré continua viva e tem família numerosa e influente. Vou consultar mais algumas pessoas e tentar trazer esse mito à tona. São coisas que fazem parte da nossa história e marcou muito a mente das pessoas da época. Vamos ver....

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

HISTÓRIAS DO FIM DO MUNDO

  HISTÓRIAS  DO TIPO "O MUNDO VAI ACABAR",SEMPRE ACOMPANHARAM O SER HUMANO.VÁRIOS PROFETAS BLEFARAM EM RELAÇÃO A ESSE FATO. DOS MAIAS A NOSTRADAMUS, DE ANTÔNIO CONSELHEIRO AO BEATO LOURENÇO, E PORQUE NÃO CITAR O LIVRO DO APOCALIPSE. TAMBÉM PODEMOS CONSIDERAR A HIPÓTESE DE MÁ INTERPRETAÇÃO, QUEM SABE O MUNDO IRÁ SE ACABAR MESMO....
 QUANDO ERA CRIANÇA, OUVIA MUITAS HISTÓRIAS DE  QUE O MUNDO ACABARIA EM 2000. OUTROS DIZIAM QUE SERIA DURANTE A PASSAGEM DO COMETA HALLEY,QUE DIGAMOS DE PASSAGEM,FOI DECEPCIONANTE. UM CERTO DIA,ESTAVA EU  NA AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, NO INÍCIO DA NOITE, QUANDO VIMOS NO CÉU VÁRIAS LUZES
 SE SUCEDENDO,NUM BELO E APAVORANTE ESPETÁCULO. É O FIM DO MUNDO,PENSAMOS NÓS. LEMBRO-ME DE ALGUMAS MENINAS CHORANDO E SE ABRAÇANDO. NO DIA SEGUINTE, SOUBEMOS PELO JORNAL, QUE O FENÔMENO SE TRATAVA DE EXPERIMENTO NA BARREIRA DO INFERNO EM NATAL. ESTÁVAMOS A ANOS LUZ DA VELOCIDADE DE INFORMAÇÕES.EM ALGUMAS ÉPOCAS, FICAVA COM MEDO ATÉ DE IR À ESCOLA, POIS TEMIA MORRER LONGE DA MAMÃE. CREIO QUE MUITOS DE VOCÊS TIVERAM PASSAGENS ASSIM.
  HOJE, MAIS UM BLEFE DAQUELES QUE PROFETIZAM O FIM DA HUMANIDADE, VAMOS AGUARDAR A PRÓXIMA  NOVIDADE.
          ISRAEL VIANNEY