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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

UM POVO SEM PASSADO, É UM POVO SEM FUTURO !


Hoje quero me reportar mais uma vez ao descaso com o pouco que resta de arquitetura do século passado em Pau dos Ferros. A praça da matriz que ainda guardava resquícios de moradias da primeira metade do século passado, como o Palacete do Sr. João Fernandes, A residência do Sr Antônio Holanda, a Casa que pertenceu ao Sr Mauri lira,entre muitas outras edificações, deram lugar a uma paisagem futurística. Claro que a especulação imobiliária contribui bastante para essa mudança drástica. Mas, já está na hora de repensarmos a política de tombamento de prédios históricos, como também da restauração, isso em todo o Rio grande do norte.

Dia desses andei por Martins, Portalegre e Caraúbas e fiquei impressionado com a quantidade de casarões preservados, mas eram muitos mesmo. 

O grande defeito da maioria dos pauferrenses é especular e estudar sobre fatos bem distantes de nós, enquanto isso, nossa história vai pro BELELÉU. Atenção Universidades, escolas em geral, secretaria de cultura, abramos do olho enquanto é tempo.

FUI!!!

ISRAEL VIANNEY

terça-feira, 29 de setembro de 2015

GERALDO VANDRÉ: O ÍCONE DA MÚSICA DE PROTESTO FAZ 80 ANOS NO COMPLETO OSTRACISMO

Cantor e compositor paraibano cravou o nome da história com canções sociais. 
Foto: Arquivo O Cruzeiro/EM/D.A Press 

Recolhido ao isolamento, em São Paulo, cantor e compositor paraibano nem sonha em reaver a projeção conquistada com sucessos da música brasileira nos anos 1960
Autora Luiza Maia – Diário de Pernambuco

Desde a fatídica entrevista concedida no aeroporto, na companhia de oficiais do regime militar, para anunciar o retorno forjado à pátria-mãe, a vida e a carreira artística de Geraldo Vandré ganharam contornos mitológicos. Naquele dia 18 de agosto de 1973, o paraibano punha um irrevogável ponto final na trajetória popularizada menos de dez anos antes, com o sucesso de Disparada, apesar da promessa de “fazer canções de amor e paz” a partir de então.

Em 12 de setembro, o cantor e compositor cuja obra mais conhecida, Pra não dizer que não falei das flores (Caminhando), foi tatuada na musicografia nacional como hino durante os anos de chumbo da ditadura militar completará 80 anos em meio ao ostracismo mais notável e longevo de um artista neste país.

Aparições públicas são raras. Na imagem, Vandré em João Pessoa, em 2008. 
Foto: Arquivo/ON/D.A. Press 

As oito décadas são marcadas – especialmente pela liberação das biografias não autorizadas pela Justiça, em junho – com o lançamento de dois livros. Vandré: O homem que disse não, de Jorge Fernando dos Santos, escrito a partir de 2013, após um sonho do autor com o artista, de quem é fã desde a adolescência, foi lançado pela Geração Editorial. Os 100 exemplares de Geraldo Vandré: Uma canção interrompida foram bancados pelo próprio escritor e distribuídos gratuitamente, após recusa das editoras. Com a liberação, sairá em breve por editora já definida.

Funcionário público aposentado, Geraldo Pedrosa de Araújo Dias – Vandré é a corruptela de Vandregíselo, nome do pai, otorrinolaringologista – mora em um apartamento modesto na Rua Martins Fontes, em São Paulo. “Ele passa boa parte do tempo na casa da irmã, em Teresópolis (RJ). Noutras vezes, se hospeda no Hotel da Aeronáutica, no Rio”, conta o biógrafo Jorge Fernando. A poucos é concedida a honra de adentrar o lar. “É tudo espalhado pelo chão, cheio de livro, disco por todo canto”, conta Marcelo Melo, do Quinteto Violado, um dos instrumentistas do quinto e último disco de Vandré (Das terras de Benvirá), gravado na França, em 1971.

Vandré ficou em segundo lugar, mas foi o preferido do público no 3º Festival de Música Popular Brasileira, em 1968. Foto: Ediouro Publicações/Divulgação

São obscuras as teorias sobre a prisão e as sessões de tortura às quais teria sido submetido entre 14 de julho de 1973, quando retornou ao Brasil, e o dia 18 de agosto de 1973, dia no qual foi gravado enquanto descia de avião da Força Aérea Brasileira (FAB) – veementemente negadas por ele. Na entrevista gravada pelo próprio governo e veiculada na tevê, rechaçou qualquer ligação com partidos políticos e se comprometeu a não escrever canções com teor político.

Chico Buarque e Geraldo Vandré
Foto – Revista Sétimo Céu-Reprodução

As aparições públicas são discretas, à margem dos holofotes, mas a última surpreendeu até admiradores mais esperançosos. Em março de 2014, subiu ao palco no primeiro show no Brasil da cantora e ativista norte-americana Joan Baez – barrada pela censura em 1981 -, em São Paulo. “Eu vou convidar para o palco um mito. Ele não gosta disso, prefere ser somente um homem. Ele virá aqui, mas não vai cantar, vai ficar do meu lado”, ela apresentou. Com o boné nas mãos e tão emocionado quanto deslocado, o ermitão foi aplaudido calorosamente. Voltou no dia seguinte e declamou Soberana, dedicado a São Paulo.

“Geraldo Vandré” (1964), “Hora de lutar” (1965), “5 anos de canção” (1966), “Canto geral” (1968) e “Das terras de Benvirá” (1971, na França, e 1973, no Brasil) são os LPS lançados por Vandré 

A sonoridade da receptividade remete ao impacto causado pelas letras impactantes e arranjos de apenas duas notas – como instrumentista, ele nunca foi exatamente um virtuoso – nos festivais de música da década de 1960, dos quais foi um dos ícones. Baluarte da música de protesto a partir de 1968, quando enlouqueceu o Maracanãzinho durante a execução de Pra não dizer que não falei das flores (Caminhando), Vandré tem enorme contribuição no processo de incorporação das raízes sertanejas à música brasileira.

Vandré estreou nos concursos em 1965, aos 20 anos. Defendeu, no I Festival Nacional de Música Popular Brasileira, Sonho de um carnaval, do amigo Chico Buarque, sem chegar à final. Em 1966, os dois protagonizaram a acirrada disputa entre Disparada, defendida por Jair Rodrigues, e A banda, pelo próprio compositor, com prêmio dividido entre os dois. Em 1968, Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim, levou a melhor do júri, mas o público preferia Pra não dizer que não falei das flores (Caminhando): Cynara e Cybele foram vaiadas no Maracanãzinho por 10 minutos.

Luiz Gonzaga – Fonte – brasileiros.com.br

O interesse pelas raízes musicais brasileiras e a origem nordestina o levaram a gravar Asa branca, de Luiz Gonzaga, no LP Hora de lutar – Feira de gado, do Rei do Baião e de Zé Dantas, foi registrada, mas incluída depois em compacto do Trio Marayá. “Asa Branca eu cantei como quem aboia mesmo, e a minha ideia era fazer isso à capela, somente a voz angustiada anunciando a rebelião. Essa foi uma reverência mesmo”, contou, ao site Ritmo Melodia, em 2004. Gonzaga retribuiu. Lançou Pra não dizer que não falei das flores em um compacto, o único dele recolhido pela censura, e Fica mal com Deus, em 1971.

Cantor se exilou na França e no Chile durante a ditadura. 
Foto: Elias Nassef/O Cruzeiro/EM/D.A Press 

Muito antes do retorno do exílio e da reclusão, demonstrava traços de uma personalidade forte e difícil. Enfrentava séria dificuldade para seguir uma disciplina de composição ou ensaio e insistia em controlar o processo com modificações e improvisos. Inspirado, modificava letras e melodias constantemente, testando a aptidão técnica – e a paciência – dos colegas.

De volta ao Brasil, após exílio com temporadas na França e no Chile, Vandré morreu. No lugar, renasceu o paraibano Geraldo Pedrosa, filho de José Vandregíselo e dona Martha. Misantropo, o senhor de 80 anos compõe, toca e canta, mas faz questão de passar o aniversário longe dos fãs e da imprensa. A obra, no entanto, dificilmente será esquecida.


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

RARIDADES DE PAU DOS FERROS

EUDO SALDANHA, MONSENHO CAMINHA E JOSÉ MIGUEL - DECADA DE 1980

MONSENHOR MANOEL CAMINHA FREIRE

CENTENÁRIO DO MUNICÍPIO 1956 - INAUGURAÇÃO DO OBELISCO

CÔNEGO CAMINHA E MANINHO, FILHO ADOTIVO

IRMÃ IMACULADA, (IN MEMORIAM )

INSTALAÇÃO DO APOSTOLADO DO CORAÇÃO DE JESUS INCIO DA DA DÉCADA DE 1960


Torneio Nacional de Ginástica Aeróbica Esportiva em Sergipe

Colunista nossoparanarn

Equipe da UERN 

União e perseverança fará um fato histórico acontecer... Revolucionamos nossos limites e conquistamos o símbolo dourado no peito. Fomos campeões, somos campeões, seremos lembrados pela nossa força e determinação.

Nos últimos dias 17 a 20 de setembro foi realizado o Torneio Nacional de Ginástica Aeróbica Esportiva 2015 em Aracajú/SE. A UERN sobe orientação do Professor/Treinador Leonardo Rocha da Gama participou dessa edição na condição de tricampeã desse torneio e não fez diferente dos anos anteriores, conquistou o tetracampeonato.

Outros resultados por prova da UERN

Dupla mista adulta nível 3: 
1º lugar conquistando o ouro Lídia Costa e Laucimar Alves; 
2° lugar com prata Dayanny Costa e Ednardson Santos. 

Trio adulto nível 3: Conquistando a medalha de ouro Dayanny Costa, Marêssa oliveira e Robson Antunes.
Individual Masculino adulto nível 3: 
1º lugar com o ouro Laucimar Alves e em 2º lugar com a prata Robson Antunes

Individual Feminino adulto nível 3: 
1° lugar com medalha de ouro Dayanny Costa; em 2° lugar com a prata Lídia Costa e em 3° lugar com o bronze Marêssa Oliveira

Aerodance: campeã brasileira conquistando a medalha de ouro, Iule Diniz 

Trio aerodance: 1° lugar também conquistando o ouro, Aline Fortunato, Iule Diniz e Stephany Fernandes

E na prova Step: a UERN mais uma vez conquistando o ouro, agora com o título tetracampeã.

O tetracampeonato foi conquistado na categoria adulta.


FORMAÇÃO DE EDUCADORES SOCIAIS


Aconteceu na cidade de caraúbas, no período de 21 a 25 de Setembro de 2015, o curso de formação e aperfeiçoamento de Educadores sociais, promovido pela FENABB. os instrutores Carla casado e Ernane Oliveira, vieram da PUC- SP especialmente para ministrar os conteúdos.
 Tive o prazer de participar pela segunda vez de uma formação desse nível, a diferença desse últimi, foi a presença maciça de artistas nas mais diversas áreas: Músicos, Cantores, Bailarinos, atores...tornando o tempo puxado mais  aceitável.
 As delegações que participaram vieram dos municípios de Pau dos ferros, Campo Grande, Apodi e caraúbas (cidade sede). O anfitrião Robson Gurgel, pode nos proporcionar todos os itens necessários para o conforto e alojamento dos presentes. 
 Na delegação pauferrense, fomos coordenados pela Profa. Reilta Dantas de Medeiros....Fotos em andamento.
                       Israel Vianney

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ESTÁ CHOVENDO IGREJA !!!!!!!!



Nos últimos anos a proliferação de igrejas de todas as denominações possíveis é um fator explicitamente visível. Os católicos que se cuidem..!!!.Se não fosse um papa tão carismático ,como é Francisco, a debandada de fiéis estaria sem controle.

Muitos pastores praticamente tomam o dinheiro das pessoas, mas em relação ao discurso, á promoção da auto-ajuda, as igrejas evangélicas dão bolo. Quem foi a uma missa foi a todas,pois o ritual é o mesmo, as as pregações muito "Jurássicas". Na maioria das vezes saímos mais culpados do que quando entramos. Sou de família católica, mas é necessário dizer : ESSA IGREJA PAROU NO TEMPO!!!

Num mundo abarrotado de pessoas com problemas, as igrejas têm papel fundamental em arejar as mentes e deixar as pessoas com uma carga menor de problemas, creio eu...e ainda mais ...como dizia a personagem Lady Kate do Zorra Total: "Tô pagando!!"

Na rua em que moro já são três igrejas evangélicas, com cultos cada dia mais disputados, cheio de pessoas oriundas da religião católica. Cadê as obras sociais?? Só se pensa no luxo dos templos e nas toneladas de fogos de artifício, bingos, sorteios e o escambal. A alma dos fiéis sempre em último lugar, alem, repito, do discurso PIEGAS, de fazer vergonha. que tal trabalharmos para construir um abrigo de idosos??? Os santos não necessitam de dinheiro...Você sabia??? E as beatas me perdoem se quiserem!!! Tenho dito.

Israel Vianney


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

DE OLHO !!!!!!!!!!!!!!!!!


AMANHÃ O VEREADOR GILSON RÊGO IRÁ APRESENTAR UM REQUERIMENTO NA CÂMARA PARA A CONSTRUÇÃO DO TEATRO MUNICIPAL DE PAU DOS FERROS.  VAMOS ACOMPANHAR O INTERESSE , CONHECIMENTO E SENSIBILIDADE DOS DEMAIS VEREADORES E DO PREFEITO TAMBÉM. 
 TORÇAMOS PELA APROVAÇÃO !!!!

                                ISRAEL VIANNEY