Comunicamos aos fazedores de cultura, artistas populares e agentes culturais que a I – Conferência Regional de Cultura do Alto-Oeste potiguar, realizar-se-á neste dia 10 de Janeiro na sede da Casa de Cultura Popular Joaquim Correia na cidade de Pau dos Ferros / RN. Na ocasião teremos como conferencista a Profª. Ms. Maria Carlos e como atração cultural a Orquestra Sanfônica da cidade de Major Sales. Contamos com a participação de todos para abrilhantarmos nosso evento.
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Conferência Regional de Cultura
O prazo para a realização da Conferência Regional de Cultura foi prorrogado para o mês de Janeiro de 2012.
Pau dos Ferros será o pólo dessa conferência que acontecerá dia 10/01/2012 no auditório da Casa de Cultura Joaquim Correia.
Logo daremos detalhes!
DE CARA NOVA
Quero agradecer de forma especial à querida amiga e colaboradora DJENANE DIÓGENES pela nova roupagem do blog.Quero estender esses agradecimentos ao fotógrafo Franskim Leite pela foto cedida.
Contem sempre conosco!
Vianney e Janielle
A alma dos diferentes (Arthur da Távola)
Ah, o diferente, esse ser especial! Diferente não é quem pretenda ser. Esse é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente. Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados para os outros. Que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não aguentar, caso um dia venham, a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados; vitórias, adiadas; esperanças, mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes percebem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porquê de quem o agride. Se o diferente se mediocrizar, mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual: a inveja do comum; o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo, já no primário, quando os demais de mãos dadas, e até mesmo alguns adultos por omissão, se unem para transformar o que é peculiaridade e potencial em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em: "Puxa, fulano, como você é complicado". O que é o embrião de um estilo próprio em: "Você não está vendo como todo mundo faz?"
O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações os quais acaba incorporando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. É o que engorda mais um pouco; chora quando outros xingam; estuda quando outros burram. Quer quando outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotiniza. Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supõe. Perde horas em coisas que só ele sabe importantes. Engorda onde não deve. Diz sempre na hora de calar. Cala nas horas erradas. Não desiste de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer gol, porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Ele aprendeu a superar riso, deboche, escárnio, e a consciência dolorosa de que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados, magros demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais, narigudos, barrigudos, joelhudos, de pé grande, de roupas erradas, cheios de espinhas, de mumunha, de malícia ou de baba. Aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além. Sua estrela tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos capazes de os sentir e entender. Nessas moradas estão tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes.
Não mexa com o amor de um diferente. A menos que você seja suficientemente forte para suportá-lo depois.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
AS BRUXAS NOSSAS DE CADA DIA
As bruxas habitam o imaginário popular como mulheres velhas, narigudas e encarquilhadas.Exímias manipuladoras de magia negra e dotadas de gargalhada terrível.Essa visão foi distorcida durante a idade média quando as bruxas foram severamente perseguidas.
Antes do advento do cristianismo, as bruxas eram mulheres sábias, detentoras de conhecimentos sobre a natureza e possivelmente magia.Essa corrente tem tido grande impulso após os anos 1960 e restabelecido a "moral" das bruxas.
Massssss......voltando às bruxas más, aquelas que voam na vassoura e tudo....se observarmos direitinho, encontaremos várias delas em nosso cotidiano.
Como identificá-las?
Quando adentram um ambiente, trazem consigo uma enorme carga negativa,sentida pela maioria dos presentes;
A maioria é histérica e desconhece um orgaozinho chamadoTÍMPANO.Já reparou no tom de voz e na gargalhada ?
A fama de má sobrepõe qualquer qualidade positiva que possa vir a ter;
Um pequeno número delas destoa da maioria e são simplesmente"DESCONFIADAS";
Podem ser loiras,morenas,elegantes ou bregas, depende do contexto em que vivem;
Seu humor varia de mal a péssimo em questão de segundos.
Você aí conhece alguém assim?? Indiferença e água benta nelas!
VIANNEY
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