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segunda-feira, 17 de março de 2014

CONVITE SECULT


ME BATEU UMA SAUDADE........

  
 Na vinda para o trabalho, percebi que chegou um parque infantil na cidade....lembranças antigas me afloraram instantaneamente: Em meados de 1970 o parque era instalado no espaço entre o obelisco e a igreja matriz, os brinquedos mais comuns eram, a roda gigante, o juju(espécie de carrocel infantil), a sombrinha(um carrocel para adultos e muito rápido), as canoas(que esfolavam a mão de qualquer um que quisesse atingir as alturas), o stand de tiro ao alvo(o alvo eram vidros de penicilina injetável vazios) e a cabine musical.
Em relação à cabine musical, as pessoas pagavam pela execução de determinada música e dedicavam das formas mais criativas possíveis, coisas do tipo: Essa música vai de fulano de tal para sicrano com mil graus de ódio ou de amor, o sentimento variava muito.
  O funcionamento das canoas, dependia da força dos pagantes e quem tivesse mão fina, com certeza sairia com muitos calos. Lembrei também dos vendedores de confeito com as mini confeitarias penduradas no pescoço, dos pirulitos Zorro, das vendedoras de rodelas de abacaxi, algodão doce, sucos articifiais de diversas cores e uma infinidade de guloseimas. Como éramos inocentes... comprávamos bexigas cheias de ar e saíamos felizes praça afora. Tempos bons aqueles.......
                               Israel Vianney

segunda-feira, 10 de março de 2014

A POLÍTICA EM PAU DOS FERROS NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX

 
Os municípios do Rio Grande do norte até 1929 eram administrados pelos presidentes das intendências municipais(hoje câmaras municipais), não existiam os cargos de prefeito e vice-prefeito .Estes, foram criados em 1928, no governo de José Augusto Bezerra de Medeiros.
  De 1901 a 1929 administraram o município de Pau dos Ferros os seguintes presidentes da intendência municipal:
1901 a 1910- VICENTE GOMES DE OLIVEIRA. Na sua administração a agência dos correios foi anexada à agência telegráfica em 1908, e nesse mesmo ano iniciou a construção do açude SANTANA  ou GANGORRA.
 
1911 a 1913- CORONEL JOAQUIM CORREIA. Na sua administração, ele conseguiu, construiu o grupo escolar, depois escola e hoje,  a desativada Casa da Cultura Joaquim Correia, inaugurada em 1911; construiu o mercado público, concluiu o açude Santana ou Gangorra, iniciado em 1908. Antes, já conseguira a construção do açude 25 de março, concluído em 1895 e que tem esse nome por ter sangrado pela primeira vez em 25 de março de 1897.
1914 a 1916-JOEL PRAXEDES DE SOUZA
l917 a 1919-ÁLVARO ANDRADE
1920 A 1928- CORONEL ADOLFO JOSÉ FERNANDES MAIA
  Em 1928 aconteceram as primeiras eleições para prefeito no RN e em Pau dos ferros concorreram ao cargo o Coronel FRANCISCO DANTAS DE ARAÚJO, tendo como adversário o CORONEL JOAQUIM JOSÉ CORREIA. O coronel Francisco Dantas ganhou as eleições que já tiveram a participação  das mulheres, elegendo a Sra; JOANA CACILDA BESSA, professora  como a primeira vereadora do município.
                           Voltaremos com o tema........
                                               Israel Vianney

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O ENTRETENIMENTO - Por Bráulio Tavares


O entretenimento é aquela parte da cultura (“cultura” entendida aqui como “qualquer sinal da presença humana no planeta”) que nada questiona, nada exige: só quer dar prazer.  É uma atividade legítima, mas pode se tornar tão viciante quanto esses tiragostos químicos tipo Cheetos, Pringle, Ruffles, etc.: coquetéis de estimulantes do paladar, concebidos para gerar um consumo compulsivo.

Qualquer entretenimento é cultura, e qualquer atividade cultural pode servir de entretenimento. A música, p. ex., vem servindo como entretenimento “gratuito” através de shows em praça pública, mediante cachês astronômicos.  Se uma prefeitura paga 300 mil reais por um show não vai ter verba para apoiar folguedos populares, realizar festivais de curta-metragem (o “cinema que não dá lucro”), patrocinar mostras de teatro, realizar concursos literários, etc. O tal entretenimento vira um câncer da cultura, crescendo descontroladamente e ameaçando o resto. Ele se expande porque essa é a natureza de qualquer indústria de grande retorno financeiro. No caso dos governos, o retorno é eleitoral: divirta o povo e ganhe o seu voto; faça o povo pensar e você tem um problema em mãos. Sempre foi assim.

Não sou contra o entretenimento. Ele é a beirinha de cultura que resta aos exaustos, aos esgotados, aos embrutecidos por um dia inteiro de trabalho estafante e sem sentido, sem falar nas horas intermináveis de ida e volta nos trens desconfortáveis e nos ônibus repletos. Se eu passasse o dia assim, quando chegasse em casa de noite não ia querer ler um romance difícil. Ia desabar na frente da TV, que ainda é a forma mais simples de coma induzido.

O entretenimento, porém, se esgota em si mesmo, não deixa nada além do alívio momentâneo que produz. Passado o alívio, retornam os problemas de sempre, e continuamos sem saber como encará-los. Existe, porém, uma cultura que encara esses problemas. Para ser apreciada, ela requer a mobilização plena do nosso espírito, da nossa inteligência, da nossa empatia, da nossa emoção, da nossa capacidade de levar a vida a sério e questionar as coisas. 

Não sou contra a festa, mas a vida não é só festa. (A não ser que você seja filho de um milionário mão-aberta.) A festa ajuda a viver, para quem tem uma vida sofrida: perguntem a quem faz maracatu ou coco na Zona da Mata. Mas esse entretenimento pode se adensar em um tipo de cultura que nos envolve de todas as formas, nos estimula e nos desperta aquela inquietação boa de quando a gente começa a intuir respostas para as perguntas importantes da vida. O entretenimento ajuda o tempo a passar mais depressa; a cultura garante que ele não passe em vão.

Por Bráulio Tavares

Link oficial: http://mundofantasmo.blogspot.com.br/2014/02/3425-o-entretenimento-1822014.html

DÚVIDAS.....

 A sabedoria popular tem sempre um fundo de verdade, mas algumas coisas, mesmo pesquisando não consigo entender até hoje.Vale salientar que astúcia de mãe  não tem limites e certos procedimentos das mesmas só elas podem entender....chego lá.
  No meu tempo de criança, qualquer sintoma de febre ou outra doencinha corriqueira tomávamos Guaraná(refrigerante) com biscoito cream cracker....pelas dificuldades da época, fingíamos mais que adoecíamos para tomar o precioso líquido que não era tão comum quanto hoje.
 Outro mito que minha mãe imprimiu no meu cérebro é que se dormíssemos nus da cintura pra cima, o Demônio poderia se apossar de nós....quer dizer que a parte mais perigosa (da cintura pra baixo) poderia ficar desnuda??
 Pra finalizar, algo que me deixava em pânico era a historinha de trancoso que dizia que, quem falava dormindo(meu caso) e se alguém chegasse e colocasse uma tesoura aberta, poderia perguntar e descobrir o que quisesse.....ai como eu sofri e escondi tesouras...rsrsrsrsrssr...... vá falar isso para as crianças de hoje que será capaz de receber uma vaia. Até breve!!
                      Vianney

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

*Homenagem Virginia Lane 1920 A 2014.*


Nasceu no bairro do Estácio, zona norte do Rio de Janeiro. Em 1935, começou sua carreira como cantora no programa Garota Bibelô, na rádio Mayrink Veiga, de César Ladeira. Sua estreia no elenco do Cassino da Urca se deu em 1943, quando atuou como cantora e dançarina à frente das orquestras de Carlos Machado, Tommy Dorsey e Benny Goodman.

Seu primeiro disco pela Continental foi lançado, em 1946, com a marcha Maria Rosa, de Oscar Bellandi e Dias da Cruz, e o samba Amei Demais, de Cyro de Souza e J.M. da Silva. Já em 1948, sob a direção de Chianca de Garcia, apareceu como vedete na revista Um Milhão de Mulheres, no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Tornou-se então a vedete mais famosa da Praça Tiradentes. Por 4 anos seguidos emplacou diversas revistas em parceria com o produtor Walter Pinto. Durante a temporada de Seu Gegê Virgínia Lane recebeu o título de “A Vedete do Brasil”, dado pelo Presidente Getúlio Vargas.

No auge da febre do Teatro de Revista levou para a televisão o formato do teatro de variedades com o programa Espetáculos Tonelux, na TV Tupi carioca, dirigida por Mário Provenzano.

Virgínia fez sucesso também no cinema, em diversos filmes na Cinédia e na Atlântida, como Laranja da China (1940), de Ruy Costa, e Carnaval no Fogo (1949), de Watson Macedo. Participou de várias comédias carnavalescas cantando seus sucessos e contracenando com Oscarito, Grande Otelo e Zé Trindade.

Em 2005/2006 fez parte do elenco na novela Belíssima, da TV Globo, ao lado de outras ex-vedetes, como Carmem Verônica, Íris Bruzzi, Ester Tarcitano, Lady Hilda, Teresa Costello, Dorinha Duval, Anilza Leoni, Rosinda Rosa, Lia Mara, entre outras.

Virgínia Lane participou de 37 filmes, e chegou a montar sua própria companhia para levar o teatro de revista a diversas regiões do Brasil.

Segundo contou em algumas entrevistas, Virgínia teve um relacionamento amoroso durante 10 anos com o ex-presidente Getúlio Vargas2 . Chegou a dizer que "a barriguinha dele atrapalhava, mas que tudo se resolvia na horizontal".3

Morreu na tarde de 10 de fevereiro de 2014 de falência múltipla dos órgãos no CTI do Hospital São Camilo, onde estava desde 6 de fevereiro, após a piora no quadro de infecção urinária, causa da internação em 2 de fevereiro.4

Foi casada duas vezes, a primeira em 1952 com Sérgio Kröeff e a segunda em 1970. Deixou uma única filha, do segundo casamento, Marta Santana.

A ex-vedete recebeu a última homenagem em vida no dia 25 de janeiro deste ano, quando foi eleita a Imperatriz do Amazônia, em Belém, no Pará.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cultura/morre-aos-93-anos-ex-vedete-virginia-lane-11564757#ixzz2tWbWs4kd 
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Trabalhos no Cinema:

1935 Alô, Alô, Brasil - Vedete
1936 Alô, Alô, Carnaval - Vedete
1939 Banana-da-Terra
1939 Está Tudo Aí
1940 Céu azul
1940 Laranja-da-China
1941 Entra na Farra
1943 Samba em Berlim
1949 Carnaval no Fogo - Dalva
1951 Anjo do Lodo - Lúcia (Primeiro nú em um filme nacional) 5
1952 É Fogo na Roupa
1952 Está com Tudo
1952 Tudo Azul
1955 Carnaval em Marte
1956 Guerra ao Samba - Tetê
1956 Tira a mão daí!
1958 Vou Te Contá
1959 Mulheres à Vista - Gil
1959 Quem Roubou Meu Samba? - Sônia
1960 O Viúvo Alegre - Marah
1960 Vai que É Mole
1962 Bom Mesmo É Carnaval
1975 Os Pastores da Noite
1977 A Árvore dos Sexos
1998 Vox Populi

Trabalhos na televisão:

2007 Sete Pecados - ex-vedete (amiga de Corina)

Fonte de Informação: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/02/1411366-vestida-de-vedete-virginia-lane-e-velada-no-rio.shtml

Morre, aos 93 anos, a ex-vedete Virgínia Lane.
http://oglobo.globo.com/cultura/morre-aos-93-anos-ex-vedete-virginia-lane-11564757
Entrevista com Virgínia Lane
Memória do Teatro Musical do Rio de Janeiro - Virgínia Lane